Como postula Cornelius Holtorf (2007), existem três
modelos gerais que caracterizam a atuação dos
arqueólogos dentro do campo da Arqueologia Pública:
A
o Modelo da Educação, que considera a Arqueologia
como instrumento de educação das massas; o Modelo
da Relação Pública, que almeja articular diversas
esferas em prol da preservação do patrimônio
arqueológico e, por fim, o Modelo Democrático, que
considera as diversas opiniões sobre a Arqueologia.
B
o Modelo da Educação, que visa melhorar a imagem
da Arqueologia por meio de processos educativos; o
Modelo Relação Pública, que visa à preservação dos
bens arqueológicos e, por fim, o Modelo
Democrático, que considera que todas as pessoas são
detentoras de conhecimentos válidos.
C
o Modelo da Educação, que visa ensinar a
importância dos bens arqueológicos; o Modelo
Relação Pública, que visa à preservação dos bens
arqueológicos e, por fim, o Modelo Democrático, que
visa estabelecer mecanismos de diálogo entre
academia e órgãos de preservação.
D
o Modelo da Educação, que considera a Arqueologia
como ciência e como instrumento de educação da
sociedade; o Modelo da Relação Pública, que almeja
melhorar a imagem da Arqueologia na sociedade,
garantindo um aval social para a disciplina e, por fim,
o Modelo Democrático, que considera que todas as
pessoas são detentoras de conhecimentos válidos.