O trabalho “Cacos e mais cacos de vidro: o que fazer com
eles?”, de Paulo Zanettini e Paulo Bava de Camargo (2005),
traz uma ampla revisão acerca das características do vidro, suas
tecnologias de produção, a história do vidro no Brasil e os
métodos de datação, colocando-se como importante
contribuição para o estudo dos artefatos vítreos recuperados
nos sítios arqueológicos históricos no país. De acordo com os
autores, as tecnologias de produção do vidro podem ser
classificadas em:
A
Tecnologia Manual, dividida em artefatos produzidos a
partir de sopro humano sem o auxílio de moldes e
artefatos produzidos por meio de sopro humano com o
auxílio de moldes; Tecnologia Mecânica: produção
semiautomática e automática.
B
Tecnologia Manual, dividida em artefatos produzidos a
partir de sopro humano com moldes e artefatos
produzidos por meio de sopro humano com máquinas
compostas; Tecnologia Mecânica: produção
semiautomática e automática.
C
Tecnologia Manual, dividida em artefatos produzidos a
partir de sopro humano com moldes e artefatos
produzidos por meio de sopro humano com modelos;
Tecnologia Mecânica automática, com utilização de
máquinas compostas.
D
Tecnologia Manual, com artefatos produzidos a partir
de sopro humano com o auxílio de moldes e
Tecnologia Mecânica, com artefatos produzidos em
máquinas compostas.