Ulpiano Toledo Bezerra de Meneses, em seu texto
“Identidade Cultural e Arqueologia” (1987), defende que a
preservação do patrimônio arqueológico como
contribuição à formulação ou reforço de uma identidade
cultural não tem autonomia ou natureza própria, uma vez
que conflui para questões gerais como os conceitos de
identidade e memória. Dessa forma, as ações educativas
que envolvem o patrimônio arqueológico poderiam
A
articular o patrimônio arqueológico à construção de
uma identidade nacional.
B
primar pela diversidade, enfatizando o trabalho
humano presente nesses artefatos, destacando a
dimensão temporal do espaço habitado no presente e
integrando esses vestígios a outros patrimônios.
C
primar pela diversidade expressa no patrimônio
arqueológico, evitando articulá-lo com outros
elementos constituintes da identidade e da memória.
D
primar por processos de ensino e aprendizagem onde
a Arqueologia fosse utilizada como instrumento,
evitando os riscos de sua articulação à identidade e à
memória.