“Acreditamos que o conceito de Educação Patrimonial
deva servir como sinal que nos obriga a questionar o papel
da educação na constituição do patrimônio, o papel do
patrimônio no processo educativo e a função de ambos na
dinâmica social que articula a lembrança e o
esquecimento”. Esse trecho, extraído de um texto de Flávio
Leonel Abreu da Silveira e Márcia Bezerra (2007),
evidencia que a Educação Patrimonial:
A
deve estar voltada à socialização do conhecimento
construído pelos pesquisadores que abordam o
patrimônio cultural.
B
deve ser compreendida como caminho de “mão
dupla”, em que os patrimônios culturais são utilizados
no processo educativo, ao mesmo tempo em que esse
processo provoca reflexões sobre os patrimônios
selecionados.
C
deve ser compreendida como caminho profícuo para
preservação da memória do passado, evitando os
processos de esquecimento.
D
pode ser compreendida como processo que evidencia
a grandiosidade dos bens com os quais as
comunidades convivem mediante sua
conscientização.