Imagem de fundo

Diego Lemos Ribeiro (2014) analisa alguns museus de...

Diego Lemos Ribeiro (2014) analisa alguns museus de Arqueologia no Brasil e afirma:

A
os simpósios “Futuro dos Acervos” (SAB 2007), e “Musealização da Arqueologia desafios contemporâneos” (SAB 2009), entre outros, além da atuação da rede de Museus e Acervos de Arqueologia e Etnologia (REMAAE), criada em 2008, podem ser destacados como momentos fundamentais do debate na zona de interseção entre Arqueologia e Museologia.

B
a musealização da Arqueologia já equacionou o impacto gerado pela incorporação de novas coleções nos museus, pois institucionalmente também se expandem os espaços físicos, infraestrutura e recursos humanos.

C
os museus, considerados alternativas à destruição do patrimônio arqueológico por pesquisas mal conduzidas e degradação dos sítios por ação antrópica e biológica, seriam uma espécie de ‘oásis’ dentro dos quais os acervos estão garantidos e chegarão sem risco às futuras gerações.

D
o Museu Arqueológico do Sambaqui de Joinville (MASJ) e o Museu de Arqueologia de Xingó (MAX), instituições analisadas mais profundamente no artigo, possuem equilíbrio entre o quantitativo de coleções e as ações para seu processamento e pesquisa.