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A respeito das propostas de interação entre comunidades e acervos arqueológicos depositados em instituições públicas, as experiências demonstraram que
o franqueamento do acesso aos acervos arqueológicos a comunidades tradicionais (sejam elas indígenas, quilombolas ou de outra natureza) gerou conflitos irreparáveis e pôs em risco a própria continuidade da existência dos espaços museológicos.
as iniciativas de ampliar a interação entre os acervos arqueológicos depositados em instituições públicas e comunidades locais geraram questionamentos importantes sobre diferentes noções de patrimônio e de conexões entre comunidades e história.
a abertura à visitação aos acervos arqueológicos com interlocução mais ativa com as comunidades locais levou ao colapso da autonomia das instituições na gestão legalmente respaldada de seus acervos.
a abertura à visitação aos acervos com interlocução mais ativa entre museólogas(os), arqueólogas(os) e conservadoras(es)-restauradoras(es) inviabilizou a prática dessas(es) profissionais e diminuiu sua relevância dentro de suas próprias instituições.