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Segundo Arnshav (2014) apud Duran e Rambelli (2019), a chamada maritime garbology, prática de pesquisa que pode ser traduzida como estudo arqueológico dos dejetos modernos presentes em ambientes marítimos submersos, quebra a perspectiva de que os sítios submersos são estanques e se mantêm alheios aos acontecimentos contemporâneos. Os autores exemplificam algumas publicações que trabalham o tema de maneira insipiente e citam um trabalho publicado em 2009 ao qual consideram como sendo o primeiro esforço acadêmico de inclusão desse tipo de pensamento no âmbito nacional, levantando uma reflexão sobre comportamentos culturais de descarte em ambientes aquáticos. O trabalho supracitado foi escrito por:
Carlos Celestino Rios e Souza.
Pedro Paulo Funari.
Ricardo dos Santos Guimarães.
Gilson Rambelli.
Tania Andrade Lima.