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Sobre a arquitetura do Renascimento, podemos afirmar que

Sobre a arquitetura do Renascimento, podemos afirmar que


A

vê o retorno, ou seja, o renascimento das formas, tipologias e vocabulário de Grécia e Roma, em que importava menos a subjetividade do arquiteto e mais a obediência aos princípios dos povos e do período que inspira essa arquitetura, resultando em edifícios pouco criativos.


B

devido a sua racionalidade religiosa, caracteriza-se por cidades sempre produzidas ortogonalmente, a partir da matemática, simétricas, tendo ao seu centro a catedral.


C

como no período foi desenvolvida a perspectiva, a matemática e outras inovações tecnológicas e intelectuais, vemos a produção de plantas complexas, com formas ovais, como a da Praça de São Pedro, no Vaticano, a fim de demonstrar a capacidade de raciocínio do homem e seu domínio sobre a natureza.


D

demonstra um espaço menos espiritualizado e mais intelectualizado, pois é composto a partir de leis matemáticas, de projeto e perspectiva, de ritmo e simetria; enfim, deriva da capacidade do arquiteto recriar espacialmente a perfeição divina e geométrica do universo e de Deus.


E

pode ser descrito como um período em que, a partir do estudo da perspectiva e do livre uso das ordens clássicas gregas e romanas, além de influências de culturas orientais ancestrais, os arquitetos absorveram as inovações Pós-Revolução Industrial e satisfizeram não somente os gostos como, também, as necessidades da emergente burguesia industrial.