Imagem de fundo

A Carta de Veneza, ao tratar da Restauração, diz o...

A Carta de Veneza, ao tratar da Restauração, diz o seguinte:


“Art. 9º A Restauração é uma operação que deve ter caráter excepcional. Tem por objetivo conservar e revelar os valores estéticos e históricos do monumento e fundamenta-se no respeito ao material original e aos documentos autênticos. Termina onde começa a hipótese; no plano das reconstituições conjeturais, todo trabalho complementar reconhecido como indispensável, por razões estéticas ou técnicas, destacar-se-á da composição arquitetônica e deverá ostentar a marca do nosso tempo. A restauração será sempre precedida e acompanhada de um estudo arqueológico e histórico do monumento.”


(CURY, I. Cartas Patrimoniais. CARTA DE VENEZA. Rio De Janeiro, Edições do Patrimônio. 2004. p. 93.).


A Carta, ao rejeitar ações baseadas em hipóteses e conjecturas, indica


A

a necessidade de reunir documentos materiais e de outras naturezas, inclusive relatos orais, para preceder à restauração.


B

a composição arquitetônica como nociva aos valores estéticos e históricos do monumento a ser restaurado.


C

a excepcionalidade da restauração em função da escassez de documentos capazes de identificar técnicas originais utilizadas em monumentos.


D

a necessidade de restauração em monumentos que tenham perdido todos os documentos capazes de elucidar as técnicas construtivas utilizadas.


E

o estudo arqueológico e histórico como substituto da composição arquitetônica, por trazerem as informações necessárias para a restauração de monumentos.