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Em Towards a Critical Regionalism: six points for an architecture of resistance (1983), Kenneth Frampton usa a expressão “regionalismo crítico” em contraposição aos movimentos de caráter universalizante da arquitetura modernista, e da arquitetura populista pós-modernista que, a partir da década de 70, remonta a determinado passado com um caráter comercial voltado à cultura de massa. Para Frampton, o conceito de regionalismo crítico
se baseia em seis pontos: tecnologias vernaculares versus industriais; ascensão e queda da vanguarda; regionalismo e cultura mundial; a resistência da forma-lugar; cultura versus natureza: topografia, estética, clima e luz; e o visual versus o tátil.
considera a arquitetura vernacular das regiões, com o uso de materiais e técnicas construtivas locais, somados às formas e tecnologias “universalizantes”, entre elas a planta livre, a janela em fita, o terraço-jardim, os pilotis e a fachada livre.
se baseia na ideia de modernizar-se sem perder as origens, na necessidade de reconhecer as próprias origens e idiossincrasias locais para que os padrões de qualidade ambiental possam ser aprimorados através de maneiras de construir adaptadas ao contexto regional.
considera a modernização reconhecendo as características universais, a utopia internacional, sem perder a noção fenomenológica e a sintaxe local, que favorecem a informação, a planta livre, a construção independente, o grafismo e a cenografia teatral.