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O desconstrutivismo surge na década de 1980 como uma...

O desconstrutivismo surge na década de 1980 como uma estratégia originária do filósofo do século XX, Jacques Derrida, que sugere refletir sobre crenças preconcebidas da hierarquia dos conceitos estruturados. Para o autor, o significado dos fatos e acontecimentos muda de acordo com o tempo e a percepção. Ou seja, elementos que parecem antagônicos e contrários a princípio podem ser complementares ou até possuir um número de características heterogêneas que governam a produção do significado. Na arquitetura, o desconstrutivismo é:


A

notalibizado pelo arquiteto Peter Eisenman, que é conhecido pelo texto “The End of Post-modern Arquitecture”, no qual mostra sua oposição à tradição pós-moderna por estar ainda impregnada de conceitos neoclássicos. Suas obras apresentam a ideia de que um elemento arquitetônico precisa estar fortemente associado ao seu significado histórico.


B

conhecido por interpretar o processo arquitetônico através da arte e está associado ao movimento impressionista. Considera visões de mundo que, ainda que presas às formas e aos conceitos do passado, de algum modo propõem novos caminhos para uma estética do futuro, ou seja, projeta no edifício uma resposta mimética aos conceitos estruturados.


C

caracterizado pela fragmentação, pelo processo de desenho não linear, por um interesse pela manipulação das ideias, da superfície das estruturas ou da aparência, pelas formas não retilíneas que servem para distorcer e deslocar alguns dos princípios elementares da arquitetura, como a estrutura e o envoltório do edifício.


D

conhecido pelas obras de Robert Tschumi, Frank Gehry, Peter Eisenman e Zaha Radid, que apresentam uma leitura do espaço de forma topológica, dando origem a edifícios caracterizados pelos conceitos de simetria e ritmo. A arquitetura se revela uma oposição aos modelos modernistas Art Nouveau e ao Estilo Internacional.