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Preocupações com o aquecimento global, o esgotamento dos recursos naturais e outros aspectos ligados à destruição ambiental justificam o interesse cada vez maior pela “arquitetura verde”. No “Questionário verde”, realizado em 2001, cinco arquitetos de destaque internacional − Norman Foster, Jan Kaplick, Richards Rogers, Ken Yeang e Thomas Herzog − apresentam suas ideias sobre arquitetura sustentável. Uma das perguntas deste questionário foi De que maneira você usa a natureza como guia?
A respeito das ideias contidas na reflexão que esta pergunta proporcionou, é correto o que se afirma em:
Existem inúmeras tradições arquitetônicas ricas que trabalham com a natureza e não contra ela, e acabaram esquecidas ao longo do tempo. Tradições vernaculares específicas da região em que se está trabalhando podem ser consideradas nos novos projetos.
Devemos distinguir um órgão denso, rápido, ágil, concentrado: a cidade (centro devidamente organizado). Um outro órgão flexível, extenso, elástico: a cidade-jardim (cinturão).
A natureza é de novo levada em consideração. A cidade, ao invés de tornar-se um pedregal impiedoso, é concebida como um grande parque. A aglomeração urbana é tratada como um grande verde.
A cidade nova deve aumentar sua densidade aumentando consideravelmente suas superfícies plantadas e diminuindo o caminho a ser percorrido. É preciso construir o centro da cidade para o alto.
A cidade e o campo podem ser considerados dois ímãs, cada um procurando atrair para si a população; a esta rivalidade vem interpor-se uma nova forma de vida, que participa das duas outras.