

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Durante a execução de uma obra de infraestrutura em um grande complexo habitacional, o projeto foi paralisado devido à ausência de um plano formal de gestão de riscos. A obra apresentava atrasos acumulados de 25% no cronograma e problemas de comunicação entre as equipes. Além disso, houve falhas no fornecimento de materiais essenciais e acidentes no canteiro de obras devido à falta de medidas preventivas adequadas. Com a retomada, a construtora enfrentava a necessidade de reorganizar o planejamento e evitar novas interrupções que poderiam comprometer o prazo final e gerar custos adicionais significativos.
Diante desse cenário, quais etapas devem ser priorizadas para evitar novas paralisações e garantir a continuidade da obra?
Avaliar exclusivamente os riscos financeiros, priorizando a readequação do orçamento às despesas adicionais causadas pela paralisação.
Ajustar o cronograma com base nos riscos já conhecidos, sem implementar medidas preventivas para novos imprevistos.
Substituir imediatamente fornecedores que apresentaram atrasos, sem considerar o impacto de custos adicionais ou a qualidade dos novos contratados.
Mapear os riscos relacionados a todas as etapas da obra, implementar planos de mitigação específicos para cada área crítica e monitorar continuamente os indicadores de desempenho.
Transferir integralmente a responsabilidade pelos riscos operacionais para os contratados terceirizados, eliminando o envolvimento direto da gestão da obra.