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Com o objetivo de revisar o Plano Diretor e aprimorar o ordenamento territorial, uma gestão pública decide atualizar seu cadastro técnico, mapeando áreas de ocupação irregular e zonas de preservação ambiental. Cabe ao arquiteto responsável coordenar o uso de Sistemas de Informação Geográfica (SIG), georreferenciamento e cartografia, integrando dados topográficos, fundiários e ambientais para fundamentar decisões urbanísticas. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
O uso de SIG permite apenas a visualização estática de mapas digitais, sem a possibilidade de análise espacial, como o cruzamento de dados sobre ocupação do solo e redes de infraestrutura.
A cartografia urbana pode ser elaborada exclusivamente com imagens de satélite de baixa resolução, sem a necessidade de levantamentos topográficos, desde que os mapas sejam validados por softwares de SIG.
O georreferenciamento de áreas urbanas dispensa a certificação pelo INCRA, pois os dados coletados por SIG são automaticamente validados em bases cartográficas municipais, independentemente da precisão técnica.
O georreferenciamento de imóveis urbanos, conforme a Lei nº 10.267/2001, utiliza coordenadas geográficas precisas para delimitar lotes, integrando-se a SIG para gerar mapas temáticos que auxiliam no planejamento urbano, como a identificação de áreas de risco ou zonas de uso do solo.