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Ao projetar um galpão para armazenagem e beneficiamento de grãos, o arquiteto deve considerar não apenas as exigências normativas e estruturais, mas também os fluxos logísticos, as condições ambientais internas e o desempenho térmico e funcional da edificação. O arranjo físico deve respeitar a sequência operacional e prever condições adequadas de ventilação, iluminação e manutenção da qualidade dos produtos armazenados. Com base nas etapas do fluxo de armazenagem de grãos e nos fatores ambientais que afetam a conservação do produto, assinale a alternativa CORRETA.
A setorização interna de um armazém deve priorizar a compactação dos ambientes operacionais para reduzir a distância de circulação, mesmo que a sequência de etapas do beneficiamento seja interrompida.
O projeto arquitetônico de galpões para grãos pode dispensar estratégias de ventilação natural, já que o controle térmico é realizado unicamente pelos sistemas de aeração e secagem mecânica.
A ventilação cruzada e a altura do pé-direito são fatores arquitetônicos que contribuem para a uniformidade térmica e redução da umidade interna, sendo aliados no controle passivo da ambiência do armazém.
A localização das moegas e secadores deve ser feita preferencialmente em áreas internas fechadas para garantir o isolamento térmico e reduzir a exposição dos grãos à radiação solar.