Segundo MASCARÓ, apud YEANG (1999), as
questões que devem ser temas de desenvolvimento
teórico e prático-metodológico (ou prático-crítico), para
projetar em cenários de provável sustentabilidade
agravada, são:
A
a possibilidade de aceitar plenamente a lógica
urbana de dar valor a uma transformação mediada
por um projeto de arquitetura, com critérios de
sustentabilidade urbanística.
B
a necessidade de contemplar nos projetos de
arquitetura a ciência tecnológica, caracterizando-as
como sistemas que proporcionem inter-relações
entre os projetos complementares de instalações e
estrutura.
C
adotar a noção de economia e produtividade nos
ciclos de vida do desenvolvimento dos projetos
urbanos sustentáveis.
D
a necessidade que tem a teoria da arquitetura de se
reformular segundo uma maior compreensão da
ciência ecológica, caracterizando o projeto como um
sistema que deverá ter uma adequada inter-relação
com seu ambiente ou contexto suporte.
E
a dimensão do entorno deveria ser suficientemente
ampla para abarcar os aspectos das inter-relações
entre o trinômio forma/função/racionalização.