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A percepção do ambiente se tornou um importante meio de análise utilizado por arquitetos e projetistas urbanos preocupados com a questão da comunicação do significado. Os princípios gerais da leitura da cidade por meio da semiologia urbana foram sintetizados também por Kevin Lynch. Ele
sugere um processo de leitura da cidade como texto, que aplica um modelo linguístico do significado derivado das relações estruturadas entre os objetos na cidade.
elege cinco elementos: caminho, limite, bairro, nodo e marcos como aspectos orientadores que tornam a cidade mais legível e a fazem funcionar como lugar.
trata a cidade como um objeto que nasce do trabalho humano e como uma representação dos valores culturais.
diz que a identidade humana pressupõe a identidade do lugar, por isso é importante que o ambiente possua uma estrutura espacial que facilite a orientação e que seja constituída de objetos concretos de identificação.
afirma que o propósito da arquitetura é fornecer um “ponto de apoio existencial” que propicie uma “orientação” no espaço e uma “identificação” com o caráter específico do lugar.