

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Texto VII, para responder às questões 34 e 35.
Villa-Lobos dizia: “Um povo que sabe cantar está a um passo da felicidade. É preciso ensinar o mundo inteiro a cantar”. O canto, como fator preponderante e básico na musicalização em qualquer nível, vem, ao longo do tempo, sendo o suporte da grande maioria de métodos e pedagogias musicais em todo o mundo.
Ermelinda A. Paz. 500 canções brasileiras. Rio de Janeiro: Luis Bogo Editor, 1989, p.13 (com adaptações)
No livro De tramas e fios – um ensaio sobre música e educação (2005), Marisa Fonterrada trata de duas gerações de educadores do século XX. Na primeira, inclui Émile-Jacques Dalcroze, Edgar Willems, Zoltán Kodály, Carl Orff e Shinichi Suzuki. Na segunda geração, a autora cita George Self, John Paynter, Boris Porema e Murray Schafer. Acerca das abordagens desses educadores, assinale a alternativa correta.
De todos os educadores da primeira geração, Willems é o que mais enfatiza o movimento corporal e rítmico.
De todos os educadores da primeira geração, Dalcroze utiliza a voz cantada e é o que mais se ocupa com a questão auditiva – sensorial, afetiva e a inteligente.
Dos educadores da segunda geração, Porema e Schafer assemelham-se na defesa da música contemporânea vista como objeto de estudo no processo de desenvolvimento de programas de educação musical nas escolas.
Paynter, em seu livro Limpeza de ouvidos, trata da qualidade da audição e da relação equilibrada entre homem e ambiente.
Todos os educadores da segunda geração trabalham com escrita musical e símbolos não-convencionais, alinhados às tendências dos compositores da vanguarda da época.