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Um marco dessa mudança em nosso país foi a realização do 3º Simpósio Internacional sobre o Ensino de Arte e sua História, realizado pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, sob direção da professora Ana Mae Barbosa, em agosto de 1989, cujos textos foram organizados, traduzidos e publicados.
(Iavelberg, 2017)
Para a autora, esse evento é o marco para um ensino que trabalha com paradigmas da contemporaneidade, aqueles que também marcam a escola construtivista, caracterizados
por uma experimentação livre das linguagens da arte, sem contato com tradições europeias e fundamentos teóricos e técnicos consagrados.
pela interação da criança com a produção social e histórica da arte, fonte de sua criação e aprendizagem.
pela presença, conceitual e operacional, da lógica e utilização dos computadores como ferramentas de produção de imagens.
pelo renovado interesse nas tradições da história da arte europeia e norte-americana, consideradas referências para as abordagens pós-coloniais em arte.
pela necessidade de apresentar sólida fundamentação no desenvolvimento da criatividade, considerada o eixo central das concepções educacionais contemporâneas.