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A Escolinha de Arte do Brasil foi criada no Rio de Janeiro, em 1948, por Augusto Rodrigues, Lucia Alencastro Valentim e pela artista norte-americana Margareth Spenser. Segundo Barbosa (2014), durante os anos 1970, o Movimento das Escolinhas perdeu importância porque
foi substituído pela proposta da Abordagem Triangular que se propagou nas escolas como uma oposição aos pressupostos modernistas que o Movimento das Escolinhas propunha, como originalidade e livre expressão.
nessa década, o ensino de arte não despertava interesse de jovens professores em função do impacto das novas tecnologias computacionais que transformaram a concepção e o campo da arte, tornando o currículo das Escolinhas obsoleto por não contemplar tecnologias.
a confluência das linguagens artísticas, durante os anos 1960, extinguiu o professor de artes tradicional que trabalhava apenas com as linguagens da pintura e escultura, que caracterizava o currículo de formação das Escolinhas.
escolas formais passaram a oferecer a disciplina artística e as crianças e adolescentes que eram alunos das Escolinhas passaram a não participar das atividades do Movimento e, assim, as Escolinhas perderam sustentabilidade.
foram criados os cursos de educação artística nas universidades para atendimento da lei federal que exigia ensino obrigatório de arte nas escolas, tornando inadequada a formação e o perfil dos formados nas Escolinhas, muitos deles artistas que se dedicavam ao ensino.