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Lagrou (2013) aponta que, para muitos dos povos apresentados em seu livro, o resultado final se resume ao evento para o qual o objeto artístico foi proposto, no caso, o processo ritualístico é mais importante que a obra acabada, que é “meio morta”. Essa valorização do processo em detrimento do objeto tem sua raiz na importância da performance para as culturas ameríndias, o que remete a uma certa prodigalidade com relação a bens manufaturados, que é contrastante com o desejo de acúmulo de culturas não indígenas.
Para a autora, a arte contemporânea também retira o foco do objeto e passa ao processo o status de obra.Um ponto comum de atenção para ambas as práticas é
o registro do processo.
a necessidade de curadores para propor mostras.
a dificuldade da venda de obras.
o apoio de museus na compra de obras.
a importância das galerias de arte.