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Sobre educação formal e não formal, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Toda mudança social que a escola não pode seguir a reproduzir por si só está aí, nos entes sociais do entorno com os quais terá de aprender a trabalhar em redes de cooperação de estrutura e duração variável”. Não deveriam existir nivelações hierarquizantes que maximizassem as funções das escolas formais em detrimento dos espaços não formais de ensino e vice-versa.
A educação não formal é um campo que vem se solidificando e trazendo muitas contribuições para o ensino brasileiro, principalmente para as populações das periferias mais carentes de recursos financeiros. A educação não formal no Brasil não tem uma legislação nacional que a regulamente, sendo que as autoras explicam que no contexto internacional “[...] é mediada pela relação de ensino-aprendizagem, com intencionalidade e forma, assumindo e desenvolvendo metodologias com procedimentos e ações diferenciadas das adotadas nos sistemas formais
[...] não exclua de todo a formalidade, diferencia-se por trabalhar com limites mais permeáveis. Suas práticas se baseiam nas questões consideradas importantes pelo grupo envolvido e não exclusivamente nos conhecimentos historicamente acumulados pela sociedade ou conteúdos pré-estabelecidos, como ocorre no ensino formal. Os participantes tornam-se gestores e protagonistas de sua própria ação educativa, selecionando os conhecimentos a partir de seu universo cultural, enraizados em suas reais condições de vida.
Somente a educação não formal pode estabelecer trocas significativas e potentes para se beneficiarem mutuamente. A educação formal apresenta muitas fragilidades, entre elas a formação de seus educadores. Já a educação não formal também apresenta dificuldades, pois carece de recursos e condições de trabalho mediante os compromissos que abarca, sendo o principal dele difundir conhecimentos historicamente acumulados através das gerações.
A educação não formal não deve suprir nem trocar a escola, não é subalterna a ela e não existe para cobrir as lacunas ou “entreter” os estudantes em seus tempos ociosos. Os programas e projetos da educação não formal devem cruzar, atuar e potencializar a educação formal, não como mera complementação, mas como diretriz estruturante”. Para a autora, é necessário que exista um entendimento e uma disposição por parte dos gestores das políticas públicas, sobre a necessidade dessa articulação do formal com o não formal.