

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
“(...) um deus criado pela catequese católica no século XVI e nome imposto pelo hábito às crianças e aos catecúmenos. O vocábulo daria apenas a imagem do trovão e o processo de identificação vitoriou porque não havia rivalidade na teogonia local. (...)”.
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. (Rio de Janeiro. Ediouro, s.d.).
O autor refere-se a
Ossanhe, orixá das tempestades, sincretizado com São Jorge pela igreja católica. Dizia-se ser o “equivalente” ao Deus cristão na mitologia indígena.
Torun, de origem nórdica, Thor, ostenta um martelo com o qual cria os raios e os trovões. No sincretismo, o martelo é substituído por um maracá.
Tupã ou Tupana, o ente desconhecido que troveja e mostra a sua temibilidade pelo raio que abate, como se fossem palha, os colossos das florestas, deixando uns restos carbonizados.
Jurupari, traduzido pelos antigos missionários como diabo ou espírito das trevas. Dizia-se ser a entidade cultuada pelos indígenas tupi-guarani.
Nambá (que em tupi significa Deus), de onde deriva o termo Tupinambá, ou o Deus dos povos tupi.