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A proposta antropofágica modernista, formulada por Oswald de Andrade no Manifesto Antropófago (1928), opera como metáfora de deglutição cultural ativa, rompendo com o mimetismo colonizado e abrindo espaço para uma estética identitária complexa. No campo educacional, essa visão subsidia propostas interculturais que confrontam o cânone eurocêntrico. À luz dessas ideias, qual alternativa expressa uma prática pedagógica coerente com o princípio antropofágico como gesto de autoria crítica?
Supressão de referências estrangeiras no currículo, garantindo a proteção de repertórios culturais locais contra hibridismos indesejáveis.
Adoção de acervos visuais exclusivamente nacionais como recurso para promover o patriotismo estético na formação discente.
Reconfiguração crítica de repertórios diversos, articulando práticas locais e globais em projetos de criação autoral e reflexiva.
Integração de saberes populares com foco na exatidão da reprodução técnica das formas tradicionais para sua preservação.
Utilização de modelos clássicos da arte brasileira como matriz universal, assegurando coerência epistemológica e estética.