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A coreografia dessa dança é muito simples. Fiel à sua possível procedência alagoana, é formada por uma roda de dançarinos que giram da direita para a esquerda, enquanto repetem em coro a resposta tirada pelo solista e marcam o ritmo com uma pisada forte. Um dançarino vai para o meio da roda e, com uma umbigada, chama outra pessoa para o solo e assim sucessivamente.
Os formadores da roda têm movimentos lentos, pisam forte no solo, batem palmas e, vagarosamente, circulam ao mesmo tempo em que giram o corpo ora para um lado, ora para o outro.
(Jorge Sabino e Raul Lody. Danças de matriz africana: antropologia do movimento, 2015. Adaptado)
Trata-se de uma descrição
da chula.
do xirê.
do coco de roda.
do cururu.
do maracatu.