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Nos últimos anos, escolas de arte e coletivos culturais têm...

Nos últimos anos, escolas de arte e coletivos culturais têm repensado a prática do desenho de modelo vivo, ampliando a discussão sobre quem pode ser representado e de que maneira. Iniciativas contemporâneas passaram a incluir corpos diversos — de diferentes idades, etnias, gêneros, biotipos e condições físicas — problematizando padrões hegemônicos de beleza e ampliando a noção de representação no ensino artístico. Essas práticas atualizam uma tradição histórica da arte, ao mesmo tempo em que dialogam com debates sobre corpo e identidade. Nesse sentido, no contexto pedagógico das artes visuais, uma das contribuições centrais do desenho de modelo vivo na atualidade, é


A

conferir unidade à representação do corpo, a partir de cânones clássicos eurocêntricos.


B

ampliar a prática a exercícios de anatomia técnica, com algum valor expressivo.


C

desenvolver a observação crítica do corpo humano, reconhecendo sua diversidade formal e expressiva.


D

substituir a utilização de modelos vivos, recorrendo a sofisticadas imagens geradas por inteligência artificial.


E

resgatar a atividade de estudos de proporções masculinas renascentistas como base harmônica.