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Na Figura a seguir, observa-se a obra Batalha de Tejucupapo, de Tereza Costa Rêgo (1929–2020), artista pernambucana cuja pintura é marcada pelo uso expressivo da cor, pela crítica social e pela reelaboração de memórias pessoais e coletivas.

Figura – Painel sobre a Batalha de Tejucupapo.
Disponível em:
https://revistacontinente.com.br/edicoes/220/o-tempo-nao-venceu-tereza-costa-rego
Acesso em: 25 ago 2025.
A produção dessa obra se insere em um contexto de resistência política e de afirmação no cenário artístico, dialogando tanto com tradições figurativas quanto com concepções estéticas contemporâneas. Esse percurso evidencia
a ausência de referências sociais, utilizando a pintura como exercício formal.
a articulação entre herança modernista, crítica social e engajamento feminista, enfrentando o apagamento histórico das mulheres artistas.
a dependência exclusiva de cânones europeus, em diálogos com a realidade brasileira.
a permanência de uma visão neutra e universalizante, sem questionamento das estruturas sociais.
as discussões de gênero sempre foram amplamente reconhecidas e valorizadas pela historiografia da arte, assim como no meio artístico.