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Para a elaboração de um plano de gestão de risco para museus, os riscos ambientais devem ser analisados considerando tanto a vulnerabilidade estrutural do edifício quanto os impactos potenciais sobre os acervos.
Nesse contexto, assinale a opção que apresenta uma medida preventiva coerente com as recomendações para a salvaguarda dos Bens.
Priorizar a instalação de sistemas automatizados de combate a incêndio por aspersão, sem avaliação de compatibilidade de acervo, uma vez que a supressão rápida do foco é o objetivo central.
Definir áreas subterrâneas como espaço de guarda permanente, considerando a estabilidade térmica natural, mesmo que localizadas em regiões suscetíveis a alagamentos sazonais.
Melhorar os níveis de iluminação artificial em reservas técnicas como estratégia de contenção da umidade relativa e do crescimento microbiano, sem prejuízos da conservação dos suportes sensíveis à luz.
Substituir gradualmente o mobiliário técnico por estruturas em madeira de alta densidade, consideradas mais resistentes mecanicamente, inclusive em situações de colapso parcial da edificação durante emergências.
Integrar sistemas de proteção contra descargas atmosféricas com inspeções periódicas de cobertura, drenagem pluvial e manutenção predial preventiva, reduzindo riscos de incêndio e infiltrações.


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