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O estigma associado ao transtorno mental é um dos maiores obstáculos à inclusão social e ao cuidado em liberdade.
De acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Reforma Psiquiátrica brasileira, é correto afirmar que:
O preconceito em relação à loucura é inerente à sociedade e não pode ser modificado por políticas públicas.
As campanhas de saúde mental devem concentrar-se exclusivamente na prevenção e no controle de transtornos psicológicos, evitando a abordagem de temas considerados secundários, como os direitos humanos, a cidadania e a inclusão social dos usuários.
A promoção da saúde mental deve envolver o debate público sobre preconceito, mas com muita cautela, pois isso pode gerar resistência social, politização do tema e o aumento de transtornos mentais.
As ações de promoção da saúde mental devem incluir estratégias de educação em saúde, combate ao estigma e fortalecimento das relações comunitárias, reconhecendo a diversidade e os direitos das pessoas em sofrimento psíquico.
O enfrentamento do estigma associado ao transtorno mental deve limitar-se à formação e ao aprimoramento técnico dos profissionais de saúde, sem a necessidade de envolver a comunidade ou promover ações intersetoriais de sensibilização social.


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