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A exposição A terra, o fogo, a água e os ventos: por um Museu da Errância com Édouard G...

A exposição A terra, o fogo, a água e os ventos: por um Museu da Errância com Édouard Glissant, realizada pelo Instituto Tomie Ohtake com a curadoria de Ana Roman e Paulo Miyada, apresentou uma proposta de museu em movimento que destaca as relações entre histórias, geografias e linguagens que se tocam e se transformam.


A mostra reuniu a coleção de arte pessoal de Glissant a criações contemporâneas que ressoam com sua visão poética, além de abordar aspectos de seu pensamento, como


A

o hibridismo cultural, cujo foco é o estudo de práticas culturais tradicionais ou populares.


B

a crioulização, que ocorre quando culturas, línguas e memórias diversas entram em contato e geram algo novo – imprevisível, singular, não uma simples soma.


C

a subalternidade, que trata do deslocamento e do desencaixe cultural ou social, usados em estudos pós-coloniais e de globalização.


D

a desterritorialização, que indica grupos marginalizados cujas vozes são silenciadas ou desvalorizadas na produção de conhecimento ou na cultura.


E

a cultura popular, que se refere à intersecção e à mistura de culturas, com ênfase em espaços liminares e ambiguidade.