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O Manto Tupinambá, símbolo sagrado e elemento central da cultura do povo Tupinambá, foi repatriado ao Brasil em julho de 2024, após mais de 300 anos exposto no Museu da Dinamarca. Esse artefato, confeccionado com penas de guarás, papagaios, araras-azuis e amarelas, possui cerca de 1,20 metro de altura por 80 centímetros de largura. A presença de bens indígenas brasileiros em museus europeus expõe séculos de colonização e expropriação impostas às culturas indígenas.
É um desafio para todos os povos do Brasil, que tiveram seus bens levados sem qualquer consulta, consentimento prévio ou liberdade de opinar. Estamos hoje recebendo o Manto Tupinambá. Isso é motivo de alegria não somente para os povos que estão aqui, mas para todos os povos indígenas do Brasil. A repatriação é importante para o nosso país, a repatriação é uma reparação de dívidas com os povos indígenas, porque traz de volta a fortaleza, a intensidade, a cultura, pontuou a presidenta da Funai, Joenia Wapichana.
Disponível em: https://www.gov.br/funai/pt-br/assuntos/ noticias/2024/manto-tupinamba-governo-federal-celebra- -retorno-do-artefato-sagrado-ao-brasil-e-reafirma-direitos- -indigenas-como-uma-prioridade. Acesso em: 25 jan. 2026.
Nesse contexto e considerando-se o conceito de agência indígena, a arte dos povos indígenas
está associada à fruição estética e ao contexto contemplativo.
precisa ser preservada como parte da história colonial brasileira.
é parte da vida, conecta sua cosmologia, identidade e resistência.
é composta por artefatos reconhecidos por sua beleza e sustentabilidade.
tem significado no cotidiano e na demanda por objetos utilitários.


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