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Segundo Derdyk,[...] é fundamental que o arte-educador reconheça em si a capacidade de ...

Segundo Derdyk,


[...] é fundamental que o arte-educador reconheça em si a capacidade de exercer o ato criativo de forma tão natural quanto comer, dormir e sonhar. O arte-educador, que vivencia o desenho como potência expressiva e poética, dificilmente incorrerá em erros grosseiros de interpretação e avaliação de um desenho.


DERDYK, Edith. Formas de pensar o desenho: desenvolvimento do grafismo infantil. São Paulo: Panda Educação, 2010. Adaptado


Nesse contexto, o desenho, como linguagem que habita o espaço escolar,


A

tem valor quando é realista e tecnicamente perfeito, devendo ser avaliado apenas por sua precisão técnica.


B

depende exclusivamente de um talento natural ou de uma habilidade inata do indivíduo.


C

deve obrigatoriamente seguir padrões clássicos de representação e proporção.


D

é uma expressão gestual e pessoal, representando o sujeito em diálogo com o mundo.


E

é considerado uma forma de arte inferior, sendo visto apenas como um esboço preliminar e sem valor próprio.