Segundo Sandra Meyer Nunes (2002), os referenciais da
dança contemporânea, apresentam alguns pressupostos
importantes, como a ideia de multiplicidade e diferentes
linguagens estéticas, ou seja, a diversidade corporal está
imbricada no ensinar, fazer e criar danças. Esses pressupostos
podem ser observados também na concepção
coreográfica, tendo em vista a nova postura do criador-intérprete,
que tem como papel
A
criar e recriar, valendo-se da experiência corporal individual
e coletiva em um processo investigativo e singular,
estabelecendo novas hipóteses para interpretação.
B
centralizar a criação da obra no coreógrafo, na qual
o processo criativo reproduz ou rearranja modelos e
padrões estéticos já existentes.
C
propor a hierarquização nas tarefas, ou seja, o papel
do coreógrafo será da criação e produção da coreografia
e do intérprete a execução da obra artística.
D
a construção de coreografias com base em repertórios já
constituídos e registrados pelos acervos artísticos disponíveis
nos centros de pesquisa coreográficas brasileiros.