As mídias sociais, aplicadas ao campo do patrimônio e dos museus, se tornam ativos estratégicos para democratização do acesso à cultura e à informação, com a capacidade de:
A
gerar sínteses e centralizar as informações para o Estado;
B
controlar fluxos e processos informacionais da documentação objeto de guarda;
C
promover socialização em rede e transformar dados em informações;
D
limitar o acesso à informação para controlar setores da população;
E
custodiar acervos de museus em arquivos digitais e legitimar uma memória oficial.