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Leia o fragmento.


O fato é que nem o Sudoeste é uma ilha de desenvolvimento, eldorado do Estado, muito menos o Nordeste deve ser considerado o corredor da miséria. Considerá-lo como corredor da miséria é aceitar o discurso e não desconfiar das promessas da modernidade. Basta observar que a modernidade produzida no Sudoeste não foi capaz, até o momento, de minimizar o flagelo de parte significativa da população que vive em favelas ou nas periferias de Rio Verde, Jataí, Mineiros e Santa Helena, entre tantos outros municípios.


ARRAIS, Tadeu Pereira Alencar. Goiás: novas regiões, ou novas formas de olhar velhas regiões. 2002. Observatório Geográfico de Goiás, p. 18. Disponível em: <https://portais.ufg.br/up/215/o/arrais_tadeu_alencar_goi_s_novas_regi_es.pdf>. Acesso em: 3 jan. 2018. p. 22.


Ao analisar duas regiões do estado de Goiás, o autor do fragmento apresenta um argumento baseado no seguinte aspecto:


A

no Sudoeste, a manutenção da agricultura de subsistência impediu o desenvolvimento tecnológico e a formação de mão de obra especializada.


B

no Nordeste, a pecuária intensiva provocou o empobrecimento dos trabalhadores rurais e resultou na decadência econômica da região.


C

no Nordeste, a extração mineral ocasionou a retração da produção de alimentos e criou obstáculos para a criação de gado de corte.


D

no Sudoeste, a expansão agrícola ocasionou a proletarização de parte significativa da população e manteve a produção da miséria.