Segundo dados do Instituto Trata Brasil, em 2017 cerca
de 96% da população da cidade de São Paulo era atendida por rede de esgotamento sanitário. Dentre os obstáculos para a universalização da rede de saneamento na
capital, pode-se citar:
A
a dificuldade de implantar serviços de coleta em aglomerados
subnormais e áreas de ocupação ilegais.
B
os desníveis do relevo da capital, que variam entre
830 m na avenida Paulista e 700 m na várzea do rio
Tietê.
C
a reduzida capacidade de investimentos do governo
federal, o responsável pelo saneamento básico no
país.
D
a ausência de um Plano Diretor abrangente que
privilegie o ordenamento das construções e a rede
subterrânea de esgotos.
E
a existência de grande número de riachos e córregos
canalizados que dificultam a instalação da rede
coletora.