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Uma onda de protestos tomou conta do Equador em outubro de 2019, resultando num acordo alcançado entre o Executivo e as comunidades indígenas que lideraram as manifestações. A principal reivindicação do movimento foi:
O pacote de ajustes econômicos do chamado decreto 883, que incluía um questionado aumento do preço dos combustíveis.
A não intervenção militar no país que derrubou recentemente o presidente indígena, Rafael Correa eleito pelo voto popular.
A prisão arbitrária realizada pelo exército equatoriano do ex-presidente, Rafael Correa, que liderava movimentos populares no Equador.
A tentativa de golpe de estado articulada entre o atual presidente do Equador, Lenin Moreno, e o governo da Venezuela.
A realização de novas eleições parlamentares.