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Papa pop: Francisco leva temas tabus para dentro

da Igreja Católica e reforça sua atuação

internacional

Desde que assumiu o posto de chefe da Igreja Católica, no início de 2013, o Papa Francisco chamou a atenção. Uma vez eleito, não quis usar a cruz de ouro nem o papamóvel e quebrou o protocolo diversas vezes. Para os que o admiram, ele trouxe uma liderança mais humana, humilde e próxima da população.

O que mais chama a atenção no Papa é que ele parece não ter medo de tocar em assuntos tradicionalmente polêmicos para a instituição. Seus comentários nesses quase dois anos de papado mostram um pontífice tolerante com os gays, casais divorciados e com a teoria do Big Bang, que não coloca em lados totalmente opostos ciência e religião e ainda insere na agenda declarações que buscam a humanização das relações entre os países que vivem em situação de conflito ou oposição, como é o caso de Israel e Palestina e EUA e Cuba.

Direto ao ponto: Ficha-resumo

Com esse perfil, Francisco tornou-se um Papa Pop - e polêmico. Estaria ele buscando um caminho para uma Igreja Católica mais acolhedora? Há quem concorde com esse ponto de vista. Uns acreditam que, embora as palavras do Papa Francisco valorizem o perdão ao próximo, na prática, não provocarão mudanças dogmáticas na religião.

A aceitação dos gays, a entrega da comunhão a pessoas divorciadas que se casaram de novo, aborto, o uso de preservativos, a ordenação de mulheres e o fim do celibato clerical, temas que já foram alvo dos comentários de Francisco, são marcos morais do Catolicismo e dificilmente sofrerão mudanças em breve.

Para outros, a preocupação nestes primeiros anos do pontificado deve ser com uma reforma estrutural e ética do Vaticano. Em 2012, a Cúria Romana, órgão administrativo da Santa Sé, foi alvo de denúncias de corrupção, nepotismo e abusos de poder, no escândalo conhecido como Vatileaks.

Fonte:http://vestibular.uol.com.br/& lt; / p>

As opiniões do Papa Francisco sobre o divórcio têm gerado atritos na Cúria Romana. Identifique abaixo o posicionamento do Pontífice sobre casais que se separam:


A

Os casais que fracassaram em manter o matrimônio não devem ser condenados.


B

Os casais que fracassaram em manter o matrimônio não devem ser excomungados e não poderão pertencer mais à Igreja.


C

Os casais que fracassaram em manter o matrimônio não devem comungar desde que a razão do divórcio não seja o adultério cometido por ato de homossexualismo.


D

Os casais que fracassaram em manter o matrimônio devem ser encaminhados a um tratamento espiritual e impelidos a retomar o casamento, como condição para continuar pertencendo à Igreja.