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O naufrágio de quatro embarcações desde terça-feira (15 de novembro) deixou 340 mortos, elevando o número de mortos desde janeiro para mais de 4 600. Em 2015, foram registradas 3 771 mortes na região, um recorde até então.
(Folha, 17.11.2016. Disponível em: . Adaptado)
Os naufrágios estão relacionados
à pretensão da população cubana de fugir do país, abalado pela pobreza, em busca de oportunidades e melhores condições de vida nos EUA.
à situação belicosa existente na Península da Crimeia, que coloca em oposição a Ucrânia e a Rússia e leva a população a buscar abrigo no Mar Negro.
às tentativas de saída da população da Coreia do Norte, que tenta navegar em direção à China por conta da situação de fome e miséria no país.
às guerras civis e aos conflitos religiosos no sul do continente africano, que levaram a tentativas de fuga pelos oceanos Índico e Atlântico.
aos imigrantes e refugiados que morreram afogados ou desapareceram ao tentar cruzar o Mediterrâneo em busca de asilo na Europa.