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Petrobras analisa nova política de preços dos combustíveis


A Petrobras submeteu ao seu Conselho de Administração uma nova política de preços, que prevê a necessidade de alinhamento com os valores praticados no mercado internacional. A metodologia está sob análise do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e demais membros do conselho da estatal, e deverá ser aprovada ou rejeitada até 22 de novembro, quando está prevista a próxima reunião dos conselheiros. Atualmente, a estatal importa combustível mais caro do que vende, o que tem causado um rombo em suas contas. Um aumento no preço da gasolina e do diesel vem sendo discutido com o governo, mas ainda não há previsão de quando irá ocorrer.


(UOL. 30.10.13. Adaptado)


Com essa nova política, a empresa pretende


A

ter mais liberdade para aumentar o preço dos combustíveis, aproximando-o do cenário internacional de forma a garantir uma boa situação financeira para a empresa.


B

reduzir a dependência do governo federal, que injeta mensalmente um alto valor na empresa com o objetivo de capitalizá-la e subsidiar o preço dos combustíveis.


C

reforçar o aspecto social da política de combustíveis, ampliando o acesso da população pobre ao álcool e à gasolina e incentivando o consumo da classe média.


D

utilizar os preços dos combustíveis como ferramenta de política econômica, controlando internamente o aumento dos preços e garantindo baixas taxas de inflação.


E

deixar o preço dos combustíveis flutuar livremente, de acordo com as variações do preço do petróleo e da gasolina nas bolsas de valores de Londres e Nova Iorque.