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Analise os dois trechos de reportagem a seguir.
Trecho I
“Em seu relatório com os dez maiores desafios de saúde para 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o movimento antivacina. O problema, que vem crescendo nos últimos anos, envolve a mobilização de pessoas e pais que afirmam que as vacinas não são seguras nem eficazes. Essas pessoas não se vacinam e nem imunizam seus filhos, o que causa um grande problema de saúde pública e pode colocar em risco a vida de outras pessoas.”
Disponível em:<https://veja.abril.com.br/saude/oms-considera-movimento-anti-vacina-uma-ameaca-a-saude-mundial/> . Acesso em: 02 fev. 2019.
Trecho II
“No Brasil, os movimentos antivacina já começam a chegar. O Facebook, por exemplo, abriga cerca de 10000 seguidores em pelo menos quatro grupos. ‘Mas eles são incipientes e não impactaram a cobertura vacinal’, diz Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações. O sarampo está erradicado no Brasil desde 2015. Há duas semanas, porém, o caso de um bebê venezuelano com sarampo, registrado em Boa Vista, capital de Roraima, preocupou as autoridades. De lá para cá, a Secretaria Estadual de Saúde já contou outros doze casos suspeitos em crianças de 5 meses a 10 anos, algumas brasileiras. Detalhe: Roraima tem baixa cobertura vacinal, 84% – e as vítimas não haviam sido vacinadas. Seria um humilhante retrocesso a confirmação da transmissão entre brasileiros, por representar o fim da erradicação da doença.”
Disponível em:<https://veja.abril.com.br/revista-veja/um-surto-vergonhoso/> Acesso em: 02 fev. 2019
Analisando as informações dos dois trechos de reportagem, ambas da Revista Veja, a Organização Mundial da Saúde, ao indicar o movimento antivacina como um dos seus desafios para 2019 tem por objetivo:
Buscar apoio em experiências como a brasileira, que eliminou o sarampo em 2015, para promover a vacinação em escala cada vez mais ampla.
Estimular pacientes a visitas médicas, a fim de que obtenham o correto diagnóstico para os seus males, evitando consultas nas redes sociais.
Evitar que a humanidade esteja sujeita a conviver com doenças que o sistema de vacinação conseguiu eliminar nas últimas décadas.
Priorizar, pelas redes sociais, campanhas de combate aos movimentos antivacina que estão se espalhando pelo mundo.