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Questionada no mundo inteiro por sua suposta ineficácia no combate à maior crise global de refugiados desde o fim da Segunda Guerra Mundial, a União Europeia (UE) usou seu espaço na Assembleia-Geral das Nações Unidas para se defender. Em breve discurso, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, chamou de hipócritas aqueles que criticam as medidas tomadas pelo bloco para enfrentar a emergência. “Sugerir que a Europa é um exemplo de maus-tratos e indiferença com aqueles que buscam refúgio é hipocrisia”, declarou o polonês, chefe do órgão que reúne os líderes dos 28 países da UE.
Internet:<www.jb.com.br> (com adaptações).
Acerca da temática abordada no texto e dos assuntos por ela suscitados, assinale a alternativa correta.
A maior resistência à criação de cotas para o ingresso de refugiados nos países da UE é dos países do Leste Europeu, que têm maior distanciamento étnico, cultural e histórico em relação aos refugiados que os países nórdicos e saxões.
Livres da influência do ex-ditador Bashar al-Assad, os diversos grupos que o combateram na Síria entraram em uma guerra pelo poder, o que gerou o aumento explosivo de refugiados, que tomam, agora, o caminho da Europa.
A Alemanha, disposta a abrigar centenas de milhares de refugiados por ano, recebeu forte apoio interno e da comunidade internacional, em especial do grupo Human Rights Watch.
A recente decisão da União Europeia de impor cota de cem mil refugiados por ano para cada Estado-membro foi mal recebida pelos países do norte do continente e aplaudida por países como Hungria, Romênia e Eslováquia.
A recepção de significativa parcela dos refugiados pela Alemanha encontra explicação, ao menos parcialmente, na dinâmica demográfica do país, que possui uma população envelhecida e apresenta crescimento vegetativo negativo.