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A Escócia realizou um referendo de independência em 2014, no qual 55% dos escoceses votaram pela permanência no Reino Unido. No entanto, a primeira-ministra escocesa, Nicola Sturgeon, que é pró-independência anunciou no fim de novembro que fará nova consulta popular em 2021 para tentar novamente a independência. O principal argumento utilizado pela permanência da Escócia na época do referendo, e que já não se sustenta foi:
O risco de ficar fora da União Europeia, que já não se sustenta devido ao Brexit.
A estabilidade econômica do Reino Unido que, em crise desde 2019, perdeu sua relevância internacional.
O pacto bilateral de comércio com a Europa, que foi encerrado no início de 2020.
A entrada do Reino Unido na zona do Euro, que tem sua revogação datada para janeiro de 2021.