Há mais de cem anos da abolição da escravidão no Brasil, e trezentos anos depois da morte de Zumbi, líder do movimento negro do Quilombo dos Palmares, as atenções se voltam para a situação dos núcleos rurais espalhados pelo país, onde vivem populações remanescentes de quilombos. Marque a alternativa que apresenta apenas afirmativas CORRETAS sobre as características econômicas, culturais e sociais das populações quilombolas.
Vieram de forma compulsória ao Brasil. Das línguas que falavam destacam-se o nagô ou inglês. As Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico Raciais e Cultura Afro-Brasileira e Africana constitui defesa dos direitos de cidadania da comunidade negra e quilombola.
A lei de Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e Cultura Afro-Brasileira e Africana, elaboradas e implementadas pelo Ministério da Educação a partir de outubro de 2004, reforça a discriminação e marginalização do negro e dos quilombolas no Brasil.
A escravidão marcou a formação do Brasil, não apenas pela riqueza gerada, mas também pela cultura da resistência desenvolvida. Das línguas faladas pelos quilombolas, destacam-se o nagô ou ioruba. Algumas dessas comunidades geram renda e, ao mesmo tempo, preservam sua cultura.
A escravidão marcou a formação do Brasil, não apenas pela riqueza gerada, mas também pela cultura da resistência desenvolvida, pela criatividade na superação das dificuldades cotidianas. É característica da população quilombola a permanente solidariedade na penúria e no sofrimento local.
Das línguas faladas pelos quilombolas, destacam-se o nagô ou ioruba, que se irradiaram nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. A escravidão marcou a formação da população quilombola, não apenas pela riqueza gerada, mas também pela cultura da resistência desenvolvida.