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Em 2022, será comemorado o centenário da “Semana de Arte Moderna de 1922” que, à época, estava inserida nas comemorações do centenário da Independência do Brasil. Para a historiadora Marcia Camargos, “seu maior legado foi no sentido de libertar as artes e a cultura das amarras do academicismo, do parnasianismo, dos padrões europeus, para dar início à construção de uma estética nacional”.
(Disponível em: www.cartacapital.com.br. Adaptado)
Um dos projetos difundidos na Semana de 22 e por meio de seus desdobramentos foi o de
recuperar formalmente as manifestações artísticas estabelecidas nos cânones da tradição clássica.
resgatar as manifestações artísticas do folclore brasileiro, desprezando as vanguardas artísticas europeias.
voltar a atenção para questões filosóficas e especulativas, sem a intenção de produzir resultados práticos no cenário artístico nacional.
questionar a dicotomia entre o popular e o erudito, voltando-se para as raízes culturais brasileiras sem desconsiderar o elemento estrangeiro.
incentivar uma produção cultural que possa ser identificada como representante de valores humanos universais, a qual teria mais oportunidades de comercialização.