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Da água cristalina que surge da terra em três nascentes, até o encontro com o mar, a maior bacia hidrográfica do Estado percorre centenas de quilômetros colecionando histórias de pessoas anônimas. Além dos afluentes, o Rio Itajaí-Açu também é formado por suor, lágrimas e contrastes...
Fonte:
http://www.clicrbs.com.br/jornais/santa/html/especiais/rio/rio01.htm
Referente ao Rio Itajaí Açu é incorreto afirmar:
O Rio Itajaí-Açu nasce no centro do município de Rio do Sul, quando acontece a união dos Rios Itajaí do Sul (Alfredo Wagner) e Itajaí do Oeste (Rio do Campo), que tem distância equivalente em relação ao Rio Itajaí-Açu, a quase 150 quilômetros de suas nascentes nas montanhas.
Num pequeno e silencioso paraíso uma parte da bacia hidrográfica do Itajaí-Açu nasce. O único som é o do gotejamento da água que brota de uma parede rochosa escondida pelo mato, formando um poço raso de água limpa. O lugar fica a menos de 10km do centro da Papanduva, no Planalto Norte do Estado, a 358km de Florianópolis, e guarda uma das três nascentes - a mais distante da foz - do Itajaí-Açu.
A Bacia Hidrográfica do Itajaí está em uma área de 15 mil km², correspondente a 16,14% do território catarinense, onde estão assentados 53 municípios de três regiões: Vale do Itajaí, Norte e Sul Catarinense.
Uma das enchentes que marcou a memória da população ocorreu em julho de 1983, deixando os estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná devastados. Em Santa Catarina 135 cidades foram atingidas, aproximadamente 198 mil pessoas ficaram desabrigadas, 49 mortos e foram 32 dias isolamento.