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Inflação e desemprego devem agravar fome no Brasil, diz economista


Nilson de Paula investigou que mais da metade dos lares brasileiros enfrenta insegurança alimentar e alerta que país vive combinação explosiva. Coordenador da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (Rede Penssan) e economista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), o pesquisador Nilson Maciel de Paula é pessimista em relação à situação da fome e da insegurança alimentar no Brasil em 2022. “O cenário é complicado porque a cada dia a gente vai tendo notícias não muito animadoras. Nada indica que o quadro que veio à tona no ano passado, em 2021, relacionado à fome, vá melhorar”, disse em entrevista à Agência Pública. Dois fatores são cruciais para a afirmação do economista: a inflação e o desemprego que, segundo a maior parte dos prognósticos econômicos, devem permanecer em situação preocupante nesse ano.


(Disponível em: https://economia.ig.com.br/2022-01-31/inflacaodesemprego-fome.html. Acesso em: 18/02/2022.)


Em relação aos aspectos econômicos brasileiros, analise as afirmativas a seguir.


I. A desigualdade social e a economia estrutural são uma marca histórica no desenvolvimento do país.

II. A insegurança alimentar nos lares em que as mulheres são os pilares da renda familiar é mais grave, precisamente porque as mulheres foram as mais prejudicadas pela falta de emprego e perda de renda na pandemia.

III. A reprimarização impacta na qualidade do trabalho em função do eixo da economia.


Está correto o que se afirma em


A

I, II e III.


B

III, apenas.


C

I e II, apenas.


D

II e III, apenas.