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“Pelo oitavo dia, milhares de indígenas, estudantes e trabalhadores do Equador protestaram contra o decreto 883, assinado pelo presidente Lenin Moreno, que eliminou subsídios aos combustíveis que deixavam o produto mais barato aos equatorianos de baixa-renda e pequenos comerciantes.” (Fonte: Diário Online. Data de acesso: 11.10.2019).
Quanto essa crise que vem sendo enfrentada pelo Equador, pode-se afirmar, exceto:
O presidente da Confederação de Nacionalidades Indígenas do Equador (Conaie), Jaime Vargas, afirmou que as manifestações seguirão até que o governo revise o pacote de medidas econômicas que implementou a pedido do Fundo Monetário Internacional (FMI).
O fundo afirma que só irá emprestar dinheiro ao país caso os subsídios sejam eliminados.
Perón disse que as marchas e protestos seguirão em Quito somente até o final do mês de outubro. Os indígenas representam quase 75% da população do Equador, com dezenas de etnias que unidas já derrubaram governos anteriores.
De acordo com a imprensa equatoriana, mais de quinhentas pessoas foram detidas nos últimos dias. As manifestações foram marcadas por violência. A polícia reagiu com gás lacrimogêneo e cercou parte do centro de Quito, onde estão alguns dos prédios importantes do governo.