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Estudo liderado pela Fundação Oswaldo Cruz da Bahia ressalta desigualdades profundas na mortalidade infantil no Brasil.
A pesquisa revela que as crianças indígenas têm 14 vezes mais chances de morrer de diarreia. O risco é 72% maior entre crianças pretas quando comparado com as chances das nascidas de mães brancas.
De janeiro a agosto de 2019, 16 crianças indígenas de Alto do Rio Purus, no Acre, morreram de diarreia — a mais nova tinha um mês de vida. De acordo com a Fiocruz Bahia, a ciência mostra que esta não é uma crise rápida, mas uma condição crônica decorrente das condições de vida e saúde das crianças indígenas brasileiras.
(https://exame.com/brasil/estudo-da-fiocruz-bahia-destaca-desigualdades-na-mortalidade-infantil/. 20.09.2022. Adaptado)
As desigualdades relatadas pelo texto, quanto à mortalidade infantil de crianças indígenas e pretas quando comparadas com as brancas, estão relacionadas com
o desmatamento e a biodiversidade.
a etnia e o atraso cultural.
o racismo e a pobreza.
a informalidade e a não regulação da economia.
a cobertura vacinal e inexistência de medicação adequada.