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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e outras cinco instituições investigam as possíveis formas de infecção de profissionais da saúde pelo vírus monkeypox. O estudo foi motivado pela infecção de duas enfermeiras que atenderam um paciente contaminado. O artigo, resultante da pesquisa, será publicado na edição de dezembro da revista científica Emerging Infectius Diseases. Ele sinalizará, conforme antecipação feita por membros da equipe, alguns cuidados adicionais a serem adotados na prevenção do contágio.
(CNN. Disponível em https://bityli.com/ZvPrbHpx. Acesso em 14.10.2022. Adaptado)
A respeito desse estudo, é correto afirmar que os pesquisadores acreditam que
uma pessoa diagnosticada como portadora continua a transmitir a doença mesmo após a regeneração das erupções cutâneas da pele causadas pelo vírus.
os sintomas da doença podem surgir a partir do décimo dia da infecção com uma febre súbita e intensa, dor de cabeça, náusea, exaustão, cansaço e principalmente o aparecimento de inchaço de gânglios.
a infecção pode ocorrer pelo contato com superfícies contaminadas de utensílios usados pelo paciente ou pelo manuseio de recipiente com as amostras coletadas sem luvas ou usando luvas infectadas.
o diagnóstico da doença, realizado de forma laboratorial, por teste molecular ou por sequenciamento genético, revelou-se improdutivo. Os pesquisadores recomendam testes RT-PCR.
a manifestação na pele ocorre entre um e três dias após os sintomas iniciais e evolue em três estágios: vesícula (pequenas bolhas), pústula (bolha com a presença de pus) e crosta (que são as cascas de cicatrização). Em todos os estágios a infecção é possível.